“Ainda não tinha resultados de se estava sem cancro e o meu namorado já tinha desaparecido. Esperou para não me deixar quando estava doente”
Se ter um cancro é duro na vida adulta, como é ter na adolescência? Estar fechado num quarto de hospital, entre mil exames e tratamentos. Perder festas, noitadas e passeios entre amigos. Viver o primeiro amor à distância, com o peso do cancro. Aos 15 anos, Inês Marinho reparou que tinha um inchaço na clavícula. No podcast 'Tenho Cancro. E Depois?', conta a sua história ao lado da enfermeira Ana Lúcia Silva, que a acompanhou durante os tratamentos