Depois do labirinto? Exercício de futuro de José Tavares sobre esta nossa democracia cinquentenária
Cinquentenária, a democracia portuguesa merecia melhor. Devia há muito ter percebido que já não está na adolescência, amadureceu ou pelo menos envelheceu, e está na idade em que os filhos saem de casa e esse abandono, essa migração dos descendentes, soa como aviso