Compram-se os tempos compram-se as vontades
Em todo o caso, o que é que interessa taxar os grandes grupos com lucros sem precedentes e sedes fiscais em ilhotas perdidas no Atlântico quando o Amir ousa querer três refeições por dia, dormir num lugar com água canalizada, e ter os filhos na escola? Interessa pouco, e defender o Amir custa votos