Morreu porque foi ao baile funk
É a mesma lógica perversa sobre as vítimas de estupro. Se não fosse o tamanho da saia, do decote, do tipo da dança, do ambiente, do horário, da companhia, não teriam sido humilhadas, brutalizadas, marcadas para sempre. É a mesma engrenagem macabra que alimenta o sentimento de posse naturalizado por séculos que fizeram da mulher propriedade masculina no inconsciente coletivo. Leia mais (08/19/2025 - 19h00)