Se a esquerda vai para Gaza, o Chega ocupa Loures e o Barreiro
Como passou a ser sobretudo a porta-voz dos interesses dos imigrantes muçulmanos que chegam, a esquerda esqueceu o povo que já cá estava. Pior: destrata esse povo como “racista” mesmo quando se levantam questões legítimas sobre o machismo muçulmano. O “feminismo” passa a ser “islamofobia”