Mark Carney: quando a realpolitik enfrenta a linguagem da força
Como afirmou Carney, “se um país não se sentar à mesa, acaba no menu”. É sob este prisma que deve ser lida a primeira visita de estado de um primeiro-ministro canadiano a Pequim em dez anos. Não como um gesto simbólico ou desvio ideológico em direção a uma autocracia, mas como um exercício de Realpolitik