Margarida Vila-Nova: “Sinto que não preciso de me provar mais nada, posso ir descansar”
Tinha cinco anos quando se estreou no cinema no filme “Dédé”, de Jean Louis Benoît, e dez quando pisou o palco na “Grande Noite” de Filipe La Féria. Mas é em 2002 que se assume atriz por inteiro e durante muitos anos deu que falar como protagonista de novelas: foi a vilã, a boazinha, a rica, a pobre, a beta e suas variantes. Acaba de subir a montanha profissional mais difícil da sua vida: o monólogo “À Primeira Vista”. Ouça a conversa no podcast “A Beleza nas Pequenas Coisas”