Gustavo Mendanha planeja ser candidato a vice ou a senador
O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia (segunda cidade com maior eleitorado de Goiás) Gustavo Mendanha, do PSD, planeja ser candidato em 2026. Mas não para deputado federal.
Primeiro, Mendanha se colocou para a disputa do Senado. Mas a base governista fechou um acordo para apoiar Vanderlan Cardoso (PSD), senador, e Zacharias Calil (MDB), deputado federal, para o Senado.
A base governista terá três candidatos a senador: Gracinha Caiado (União Brasil), Vanderlan Cardoso e Zacharias Calil.
Ante esta definição, que o excluiu, Mendanha passou a pleitear ser vice de Daniel Vilela, pré-candidato do MDB a governador de Goiás.
A disputa pela vice está congestionada, com vários pré-candidatos: Adriano da Rocha Lima (PSD, possivelmente), Alexandre Baldy (pP), Bruno Peixoto (União Brasil, a caminho do PRD), Carlinhos do Mangão (PL), Gustavo Mendanha (PSD), José Délio (União Brasil), José Mário Schreiner (MDB), Luiz Carlos do Carmo (Podemos), Paulo do Vale (União Brasil), Vilmar Rocha (PSD) e Wilde Cambão (PSD).
Como se dará a escolha do vice de Daniel Vilela? Fala-se em pesquisas quantitativas e qualitativas.
Aliados de Mendanha, notadamente no meio evangélico, dizem que o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia é forte na Grande Goiânia. Na opinião deles, Goiânia, Aparecida de Goiânia, Trindade e Senador Canedo são decisivas para a disputa o governo. “O senador Wilder Morais não conquistou Ana Paula Rezende para vice tão-somente porque é filha de Iris Rezende. Escolheu-a também porque pertence à Grande Goiânia”, afirma um pastor da Igreja Assembleia de Deus. “Vale dizer que 33% dos eleitores de Goiás são evangélicos e Gustavo é realmente evangélico. Não é um evangélico prêt-à-porter como Luiz Carlos do Carmo.”
Se for vetado na vice, é certo que Mendanha será candidato a senador. Pelo menos é o que dizem seus aliados. Poderá compor a chapa de Wilder Morais ou de Marconi Perillo? Os aliados dizem que não. Porque ele insiste em disputar na base governista, porque se considera amigo, irmão e aliado de Daniel Vilela e é admirador do governador Ronaldo Caiado.
Há quem postule que, embora Mendanha acrescente, sua cidade já está, por meio do prefeito Leandro Vilela (MDB), apoiando Daniel Vilela. Então, o ex-prefeito não acrescentaria muito. Seria mais do mesmo. A pergunta final é: o ex-prefeito acrescentaria na chapa de Wilder Morais? (E.F.B.)
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