O futuro na Futurália: primeiro estranha-se, depois banaliza-se
“Isto não é o Bangladesh (mas parece)” e “Sorria, estamos a ser substituídos”, lia-se no stand do Chega na Futurália. Os que atacam conteúdos escolares alinhados com valores constitucionais aceitam a exposição de adolescentes à violação desses valores, apresentando grupos humanos como ameaça. A normalização começou no Parlamento, continua na rua e será repetida nas escolas. Uma geração educada pelas redes e ensinada a aceitar o racismo como um ponto de vista oferecer-nos-á as tragédias do futuro